segunda-feira, 19 Fevereiro 2018
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Ser tradicionalista e estar tradicionalista, eis a questão

Saudações tradicionalistas!

É com imenso prazer que a partir desse momento estaremos proseando e debatendo sobre algumas questões dentro do Tradicionalismo, questões essas que em alguns momentos nos traz a dúvida, a certeza e certas vezes até mesmo a indignação. Dentro desses encontros procuraremos sempre trazer aos nossos leitores propostas que contribuirão para que os mesmos possam utilizar-se em prol do tradicionalismo.

Uma das questões que nos tem “inquietado” bastante, é sobre preservar e cultivar as nossas tradições. Tradição, que é a transmissão dos costumes feita de pais para filhos, no decorrer dos tempos. É a memória e a cultura de um povo, dos nossos antepassados, um conjunto de idéias, usos, costumes, recordações e símbolos que serão conservados.

“O Tradicionalismo é uma sociedade que defende, preserva e divulga as tradições gaúchas, que congrega os defensores dos usos, hábitos, cultura e valores do gaúcho. O Tradicionalismo tem uma filosofia de atuação apresentada na tese: “O Sentido e o valor do tradicionalismo” – Luiz Carlos Barbosa Lessa – e os objetivos consubstanciados na Carta de Princípios.”

Então, dentro desse propósito, enquanto visito o Portal Mundo Tradicionalista, contribuo para o tradicionalismo, incentivando nossas crianças, jovens e tradicionalistas, e fortalecendo ainda mais o nosso movimento.

Despeço-me com algumas diferenças entre SER E ESTAR TRADICIONALISTA, segundo o Blog do Léo Ribeiro:

Ser tradicionalista são 12 meses do ano
Estar tradicionalista é o mês de setembro

Ser tradicionalista é alma
Estar tradicionalista é aparência

Ser tradicionalista não depende da ocasião
Estar tradicionalista depende da ocasião

Ser tradicionalista é cavalgar sob as luzes das estrelas
Estar tradicionalista é cavalgar sob as luzes das máquinas fotográficas

Ser tradicionalista é alpargata esfiapada
Estar tradicionalista é bota apertada

Ser tradicionalista é matar o assunto no ovo
Estar tradicionalista é falar pelas cartilhas

Ser tradicionalista é erguer a cabeça e bombardear o tempo
Estar tradicionalista é atrelar-se ao que o rádio fala da chuva

Ser tradicionalista é saber que Deus é grande, mas que o diabo não é petiço
Estar tradicionalista é não saber o outro lado das coisas.

Sobre Déia Souza

Déia Souza
Professora Municipal, formada em Pedagogia e pós-graduada em Educação Especial. Foi diretora das escolas municipais: Menino Jesus CAIC e Ginásio São Gabriel. Foi Chinoca Farroupilha do CTG Sinuelo do Pago e 1ª Prenda do Grupo Chilenas de Prata. Foi Diretora Cultural do CTG Tarumã, da CTM e da 18ª RT. Integrante do Grupo de Artes Folclóricas Os Chirús e atual Patroa do CTG Tarumã.

BOMBEIA TAMBÉM, TCHÊ!

Feliz Ano Novo …

Foi muito bom!!! Muito Bom mesmo, contar sempre com a tua amizade, durante o ano ...